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16 de out. de 2010

James Morrison

“Não existe nada mais deprimente que um rótulo poprock tudojunto pra (des) classificar um artista. Sinceramente, é o típico J. Quest lifestyle (com o perdão de citar os caras. Eu gosto deles). Mas são simplesmente aquelas pessoas que não se contentam nem com o pop, e tão pouco me parecem duronas ou competentes o suficiente para fazerem um bom rock.
Como toda história tem suas exceções, aqui vai uma destas de dar orgulho de comentar.
James Morrison, cantor britânico e, coincidentemente, de mesmo nome de Jim Morrison – sim, ele mesmo, o vocalista do The Doors, que tem como nome de batismo James Douglas Morrison – é o que podemos classificar como um cantor que sabe honrar o nome do poprock atual.”

Foi de uma simples música no fim do filmes “She’s out of my league” que eu conheci um dos melhores cantores da atualidade que se encaixa no meu estilo de música. James Morrison. 2 Cds sem nenhuma música ruim. Uma voz incomparável e letras bem elaboradas.

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Morrison começou a tocar guitarra aos 12 anos quando seu tio Joe lhe mostrou como tocar riffs de blues. Após alguns anos fazendo cover, ele finalmente começou a compor suas próprias músicas. Ele atribui o seu distintivo de uma voz grave, à uma crise convulsiva de tosse que quase o matou quando ele era um bebê.

Morrison disse que a primeira vez que ouviu a voz de Stevie Wonder ele quase chorou, e desde então foi fascinado pela forma como ele utiliza a sua voz.

Ele alcançou o sucesso mundial com estreia do single "You Give Me Something", que alcançou nº2 na Holanda e nº5 no no Reino Unido. Lançou o seu álbum de estreia Undiscovered em 31 de Julho de 2006. O álbum recebeu boas críticas, com o The Sun, afirmando "Não existe uma faixa ruim nele".

O segundo single do álbum foi "Wonderful World", que invadiu o top dez no Reino Unido, chegando a nº8. Este foi seu segundo single top dez na sequência do sucesso do "You Give me Something". Em 18 de Dezembro de 2006, o terceiro single de James Morrison "The Pieces Don't Fit Anymore" foi lançado. E chegou em nº 30 no Reino Unido. O quarto single do álbum Undiscovered foi a canção "Undiscovered" que foi lançado no dia 13 de março de 2007. "Undiscovered" chegou em nº 63.

Morrison foi programado para tocar no V Festival 2006, em uma das mais pequenas tendas ali. A audiência no entanto, foi muito maior do que o esperado e não pode caber na tenda atribuída para ele. Como resultado, ele tinha um conjunto de dez minutos sobre o palco principal antes de Hard-Fi entrou em (Weston Park). No V Festival 2007 ele desempenhou o seu conjunto completo sobre o palco principal.

Na sequência da libertação de undiscovered, Morrison fez sua primeira aparição na televisão nacional nos Estados Unidos, no Jimmy Kimmel Live show, além de aparecer na NBC's Today Show, em 16 de Março de 2007, realizando "You Give Me Something", só com guitarra e piano. O álbum estreou em 24º nos E.U.A. com 24.000 cópias em sua primeira semana.

Em 2007, Morrison foi nomeado para 3 BRIT Awards e ganhou o Melhor Artista Solo Britânico Masculino. Em 4 de Abril de 2007 foi premiado com o título de um AOL Breaker artista, um concurso que foi votado pelo público britânico.

Em 29 de Setembro de 2008, Morrison, lança seu segundo álbum intitulado Songs for You, Truths for Me. O álbum apresenta um dueto com a cantora Nelly Furtado, intitulado "Broken Strings”. De Outubro de 2008 até o final do ano Morrison tem excursionado por toda a Europa. O álbum teve bom desempenho, estreou no TOP 3 do Reino Unido e ficou cinco semanas no TOP 10. Ao falar sobre o álbum, Morrison disse que tinha a música "Moved On" desde o primeiro álbum, mas que não a tal ponto que os fãs de seu álbum anterior não seria capaz de "pegar".

"You Make It Real" gastou um total de oito semanas na tabela. "You Make It Real" ficou ainda mais conhecida depois de ser tocada na série americana Brothers and Sisters no primeiro episodio da 5 temporada. O segundo single do álbum foi "Broken Strings", com a colaboração da Nelly Furtado. O single foi lançado no dia 15 de Dezembro de 2008. Ele entrou no singles charts, no número 73 e lentamente subiu para quatro semanas antes, invadir o top dez, no número 6.

Morrison tem músicas que te fisgam desde a primeira vez que se ouve, como Undiscovered( que foi a primeira que eu ouvi). Mas as que eu gosto são nos estilos de Love is Hard, Call the Police.

13 de jul. de 2010

Rock, rock and rock

Acordei hoje pensando em escrever sobre a copa, mas eu lembrei (ou me lembraram) que hoje é dia do Rock. Quê? Copa? O que é isso?

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Não sei porque quando ouvi falar sobre isso, eu lembrei de Linkin Park. É, essa bandinha moda do inicio do século vinte e um foi a primeira banda que fui (e ainda sou) grande fã – e você que me perdoe, mudou de estilo, mas não pra pior, evoluíram. E a lembrança de Linkin Park, me faz pensar de quanto o rock mudou. Não somente no período curto que venho acompanhando, mas em toda a sua história.

Desde o inicio, com Elvis, até a geração atual, que todos conhecem bem. Houve modificações bruscas nos "visuais" e, principalmente, na música. Com isso gerou uma cambada de nostálgicos que, ainda hoje, depois de décadas passadas, querem de volta seus tempos de glória, porem não aceitam que, mesmo que não pareça, criaram essa porcaria atual.

Não gosto daquele lixo, os dinossauros adoram e chamam de “O bom e velho Rock dos anos 70”(ou 80?). Também não gosto do tipo, não muito diferente, de lixo que é produzido atualmente, happy-rock, né? Eu gosto é de Rock.

Puta merda, concordo, foi genial, um baixista quebrando sua ferramenta de trabalho no meio do show, foi sim. Mas The Clash acabou, meu filho. O máximo que você consegue deles atualmente é ouvir um cd baixado da internet. Os tempos são outros. O Rockeiro, agora, por incrível que pareça, é higiênico e, uma coisa que me irrita, são politicamente corretos. Falta atitude, concordo. Mas não sou adepto de “movimento” algum, pelo contrário. Acho ridículo o cara que quer viver o resto da vida com um cabelo gigante, todo de preto e usando drogas, e também acho ridículo as pessoas… do estilo de Cine, Restart e companhia.

the-clash cópia

O que quero dizer é, que rótulos são uma bosta. E o pior que isso cria, não só emos chorando por causa de bullying não, é daí que surgem os xiitas musicais – são pessoas que falam que só ouvem um tipo de música. E isso, amigos, infelizmente, acontece muito no Rock.

Isso acaba criando uma “briga interna” no rock, uma concorrência desnecessária de um estilo, que como um todo, convenhamos, é foda. Estilo que surgiu como um só, e se ramificou por necessidade.  Um estilo que dominou o mundo com os Beatles. Que fez gerações mundiais erguerem suas mãos e pularem. Que ainda faz pessoas acenderem velas e chorarem de alegria em seus shows. E que, com certeza, vai fazer a felicidade de muito que ainda estão por vir. Isso, sim, que é Rock.

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- Ae, metade de uma gestação sem postar aqui, que bonito. aueheauhaeuhea

- Depois faço scan do CADERNO INTEIRO de exercícios resolvido no tempo em que estive fora.

- Ah, Rock pra toda a vida. \,,/

- Título criativo.

26 de abr. de 2010

Plastiscines


 Não se pode esperar pouco de uma banda feminina cujas maiores influência são White Stripes, The Strokes, e Ramones. Dessa forma, é comum você curtir as quatro garotas francesas que formam a Plastiscines.
A banda foi formada em 2004, durante um show. Louise, a baixista, tocava harpa durante um concerto da banda The Libertines, e foi quando conheceu as outras três garotas - Ana, Katty e Marine. Com um talento musical reconhecido, já em 2006 as francesas conseguiram assinar contrato com uma gravadora.
No final de 2009, após serem convidadas a participar de um episódio de Gossip Girl, conquistaram uma legião de fãs - algumas curtindo o som pra valer, outras só se aproveitando do estilo das garotas para serem copycats assumidas. Vai entender.

São elas:  Ana (bateria), Louise (baixo), Marine (guitarra) e Katty (vocal e guitarra).


O primeiro single, lançado há mais de um ano, é da música Loser. Penso que a influência de Take it Off, da banda The Donnas, fica mais que clara nesse videoclipe, ainda que essas garotas precisem batalhar bastante para chegar aos pés da banda americana.
Depois, veio Barcelona, uma música mais dançante e com um clipe mais colorido (sem trocadilhos com Cine, por favor). Mostra, além do amadurecimento da banda, a mudança de selo - de EMI para NYLON Records.
O terceiro e último single lançado até agora se chama Bitch. Foi ao ar em novembro do ano passado e acumula mais de 300 mil exibições no youtube. Mais uma vez fica clara a influência da banda The Donnas, que intitulou seu último disco de Bitchin. Coincidências à parte, o sotaque francês de Katty nessa música é muito amor! Preste atenção no refrão. ;)

Mesmo tendo passado rapidamente pelo Brasil em 2008, para dois shows em São Paulo, e ganhando um certo destaque ultimamente, as garotas ainda são semiestranhas no Brasil; mas isso não implica que o Brasil seja um semiestranho para elas. Prova disso é o post feito dia 23 de abril no site oficial, o Les Plasticines, onde Marine postou um vídeo da queridíssima banda parcialmente brazuca Litte Joy.


Curiosidade: O nome da banda foi extraido de um trecho de Lucy in the Sky with Diamonds ("...with plasticine porters with looking glass ties..."), a mais polêmica música dos Beatles.

Discografia
 (clique no nome do álbum para baixá-lo)

 LP1 (2007)  
 1. Alchimie
2. Loser
3. Shake (twister around the fire)
4. Mister Driver
5. La règle du jeu
6. Zazie fait de la bibyblette
7. No Way
8. Pop in, pop out
9. Rake
10. Tu as tout prévu
11. Human rights
12. Lost in Translation
13. Under Control



  About Love (2009)
 1. I Could Rob You
2. Barcelona
3. Bitch
4. Camera
5. From Friends To Lovers
6. Time To Leave
7. I Am Down
8. Another Kiss
9. Pas Avec Toi
10. Runnaway
11. You´re No Good
12. Coney Island

Encontre-as:


22 de fev. de 2010

NEEDTOBREATHE

Bem, pra quem ainda não sabe eu curto muito músicas Gospel, amo à Jesus Cristo e dedico minha vida à ele. Enfim, durante muitos anos da minha vida eu só ouvi músicas de rock internacional como Good Charlotte, Green Day, Linkin Park etc. Há uns 2 anos pra cá eu venho me afastando mais desses gêneros e, por gostar bastante de músicas em inglês, eu venho buscando bandas gospels pra ouvir. Encontrei várias e, pra minha alegria, descobri que várias delas dão um banho em várias bandas de rock dessas por aí. Das várias que eu encontrei no caminho me chamou a atenção a banda desse artigo. Espero que gostem.

Tive muita dificuldade em achar algum site em português que falasse um pouco da história da banda. Então, pra começar resolvi pôr um trecho de um blog que achei onde a dona fala um pouco de seu ponto de vista sobre a banda e o mais legal, estranha os caras serem ‘gospel’ por aparentemente gostar do som.

[…] Conheci a performance ao vivo em diversas situações, achei interessante como o estiloso vocalista, dono de uma voz singular, tem traços da cultura grunge dos anos 90. No site oficial da banda [www.needtobreathe.net] li que uma de suas influências, como fica evidente para quem vê e ouve a banda, é o Pearl Jam. É inevitável comentar a semelhança do vocalista com Kurt Cobain, e certamente esse ponto deve tê-lo levado a evitar de comentar essa influência, que, sim, parece ser mais uma delas, assim como o U2, o que achei barbaro, e outros citados na biografia da banda.

Bom, falando sobre a música, não é totalmente nova, às vezes, ao ouvir um álbum, tem-se a impressão de estar ouvindo uma coletânea de canções de seriados americanos. Sim, as músicas são um tanto bregas... Mas têm o seu valor por exporem, além de sentimentos em palavras, palavras não tão cretinas, certas, muito bem escolhidas, misturadas a pegada de guitarra e cantadas por um vocal com muito estilo. A primeira vista, uma banda meio folk, "More time" tem um estilo um tanto diferente das demais, entretanto, o bom e velho rock 'n roll é muito presente em praticamente todas as canções dos dois primeiros álbuns de forma muito marcante e original como em "Nothing Left To Lose", "You Are Here", na apoteótica "Don't Wait For Daylight" ou na bonitinha e perfeita "Looks like love”.

A ironia fica por conta de algo que li em diversos sites mas não pude acreditar: a banda é gospel (Justo eu!!!! =P), ou teve seu início vinculado a esse gênero […].

Bem, tá aí a prova de que bandas gospels também são iradas. Enjoy!

NEEDTOBREATHE

 

needtobreathe-press 

 

“ Nós somos de uma pequena cidade da Carolina do Sul chamada Possum Kingdom.” O vocalista da banda NEEDTOBREATHE, Bear Rinehart, explica quando a pergunta sobre o lugar onde ele e seu irmão caçula/ co-escritor Bo foi levantada. “Acredite em mim – não tinha absolutamente nenhuma cena musical lá.”

E, embora ele faça pouco caso, o relativo isolamento que veio com ele crescendo em tal ambiente deve ter favorecido de alguma forma uma abordagem de mentalidade independente que os meninos Rinehart viriam trazer em sua banda. Desta forma, faz todo o sentido que o terceiro álbum NEEDTOBREATHE é chamado The Outsiders’(Os forasteiros, ou mais literalmente Os ‘de fora’) e ouvindo a primeira músca do álbum que abre para as outras 14 faixas, é claro que eles abraçam esta etiqueta tanto como um emblema de honra e um grito de batalha. ntb4-1

Os filhos de um pastor da Assembléia de Deus, Bear e Bo Rinehart tinham herdado de seu pai o dom com as palavras, e colocá-lo para uma boa utilização em suas composições; a sua mãe ensinou piano, fazendo da música uma parte constante de suas jovens vidas. Formada em 1999, NEEDTOBREATHE (com os amigos de infância Joe Stillwell e Seth Bolt) construiu uma sequência regional impressionante, tocando em todo o Sudeste. Ao longo do caminho, eles venderam mais de 15.000 cópias de seu auto-lançado EP, gravado por Seth, que tinha ganho um diploma em engenharia de gravação. 2006 viu o lançamento de estréia da banda em uma grande gravadora, ‘Daylight’, e uma incansável agenda de shows nacionais. Apesar de estar na estrada quase sem parar, NEEDTOBREATHE retornou no ano seguinte com ‘The Heat’, que foi para o 2º lugar no Heatseekers e revelou o hit “More Time”, um sucesso que ficou entre o top 10 no Triple-A rádio (ao lado de artistas estabelecidos como Coldplay e Jack Johnson). A tendência do grupo para a captura de um momento triste ou suscitar uma emoção com a sua música é evidenciada pelas numerosas canções de cada um dos seus álbuns, que apareceram no cinema e na televisão, incluindo o estrelado por Hilary Swank, P.S. Eu te amo e "MTV’s The Hills", entre muitos outros.

Em seu mais recente álbum, The Outsiders, NEEDTOBREATHE tem realmente entrado com uma sensibilidade decididamente do sudeste. "A ‘coisa do sudeste’ é muito assustador para algumas pessoas", Bear ri. "Mas para nós, não é mais um som do que um sentimento. É sobre ter alguma alma nas palavras que você escreve, a música que você toca. E é algo que só vem naturalmente para nós".

Needtobreathe-band-2005 Pode ser também que "uma coisa do Sul" que empresta uma alma ao calor da voz distinta de Bear, proporciona a folha perfeita para cada canção. Da majestade de "Something Beautiful" para o espírito filosófico de "These Hard Times", seus vocal emotivos mas ainda honesto, tornam as palavras que ele está cantando todas mais poderosas e em movimento. "Stones Under Rushing Water" (com Sara Watkins que ganhou o Grammy do premiado grupo Nickel Creek) é belíssima, tanto musicalmente e, talvez mais ainda, liricamente. "Minhas Love Songs favoritas são os que dizem coisas em termos simples," Bear diz a respeito. "Quando você pensa de uma canção como [Percy Sledge's] "Quando um homem ama uma mulher ", as palavras simplesmente não são muito mais simples. Mas o impacto emocional é esmagador."

Depois, há as blues-flexionadas como "Prisoner", com sua guitarra solo abrasador - a primeira da banda ( "É como “Fogo na Água ", NEEDTOBREATHE começa", brinca Bear). O alt-rock de ponta "Hurricane" é contrariado pela facilidade de "Won't Turn Back" e da sensação evangélica de "Lay ‘Em Down". A música de Peter Gabriel  "Through Smoke" (inspirado por um órgão de brinquedo que o grupo comprou ) e o orquestrado "Garden", criou no álbum uma ampla gama de sons. "Nós nunca dissemos que não podemos fazer algo porque soa pouco country ou muito rock moderno, porque então não seria permanecer fiel à nós mesmos," Bo elabora.

E, enquanto eles desafiam as restrições ao estilo de música que tocam, NEEDTOBREATHE tem uma idéia muito clara de como querem o som de suas canções. "Durante os últimos dois álbuns, nós aprendemos que você não pode olhar para um produtor para torná-lo grande, que a magia tem que vir de dentro da banda," Bear explica. "Em vez disso, queria trabalhar com os colaboradores que iriam trazer uma nova perspectiva e, no lado prático, uma perícia particular para a mesa."

1056652583_eb08e81281_o Para esse fim, a banda escolheu deliberadamente para a co-produção de The Outsiders, três produtores diferentes, com sessões de gravação em lugares de Los Angeles, Atlanta, e Charleston. "Jim Scott é um cara da velha escola, que produziu alguns de nossos discos favoritos. Quero dizer, ele trabalhou em Wildflowers Tom Petty's? Wilco estava saindo do estúdio quando estávamos entrando”, entusiasma Bear. "Ele não utiliza qualquer ferramente de aperfeiçoamento de som e tudo isso realmente desafiou-nos como uma banda. Invés disso, ele tem um monte de equipamentos antigos que ele usa de uma forma muito legal. Acima de tudo, nós realmente nos sentimos conectados a ele. " Um ex-professor de guitarra jazz, Rick Beato (Shinedown, Jump Little Children) vem do que Bear chama de "Um virtuoso ponto de vista”. Sabíamos em trabalhar com ele em “The Heat” que ele era um músico talentoso, de maneira criativa e tecnicamente. Nós realmente fomos a ele para solucionar os nossos problemas. " O terceiro co-produtor, John Alagia, trabalhou com nomes como Dave Matthews Band e John Mayer - "Artistas que ficaram conhecidos como artistas ao vivo," Bear continua. "Toda banda que vale a pena está tentando capturar algo no estúdio que representa a magia que acontece quando tocam juntos no palco. John ajudou-nos a fazer isso."

E é verdadeiramente mágico quando os quatro membros de NEEDTOBREATHE tomam o palco. A banda afiou seu show ao vivo da maneira antiga - a aplicação no tempo, de passar anos na estrada. Além de sua grande habilidade como músicos, há uma energia espontânea que  conecta-os com a audiência, e os seus desempenhos poderosos têm ajudado a construir uma base de fãs dedicados que vem clamando por The Outsiders.

 

"Nós temos visto ao longo dos anos que os nossos fãs consideram NEEDTOBREATHE uma experiência completa", explica Bo. "Ter um single de sucesso é grande e tudo, mas o único relacionamento que os fãs tem com a maioria das bandas, são os três minutos que se ouvem no rádio. Nós sempre quisemos algo mais profundo que isso."

"Eu sinto que as pessoas que ouvem a nossa banda vieram a ser fãs dos nossos discos, o que tem sido muito gratificante", Bear concorda. "Eu acho que NEEDTOBREATHE é maior do que qualquer uma canção e isso é algo que sempre trabalhou na direção."

 

Sem dúvida, os NEEDTOBREATHE’s são extremamente orgulhoso de The Outsiders e não podem esperar para ver o que vai se desdobrar para a faixa seguinte. "Esta banda é a nossa vida - é tudo, realmente a única coisa que temos feito nos últimos 10 anos", Bear continua, explicando que a banda literalmente despejou tudo o que tinham em The Outsiders. "Nós sabemos que este é o melhor disco que já fizemos."

Influências

U2, Wilco, Tom Petty, & Pearl Jam

Álbuns

album_200604281030000_0 album_200711011024590_0  Needtobreathe.AlbumCover

 

     Daylight(2006)                          The Heat(2007)                    The Outsiders(2009)

Don’t wait for daylight-3:47                Spare the time-0:36                  The Oustsiders-4:28

              Quit-3:27                                  Restless-3:56                      Valley of tomorrow-4:01

         Shine On-4:13                                 Again-3:42                           Through Smoke-3:11

Don’t leave just yet-3:55                        Return-4:29                            Lay ‘em down-3:08

            Haley-3:23                         We could run away-4:09              What you’ve done to me-3:19

        You are here-3:19                    Streets of gold-3:29                         Hurricane-4:06

        Knew it all-3:10                            More Time-4:24                        These hard times-3:36

       More Than-3:37             Signature of Divine(Yahweh)-4:04   Stones under rushing water-3:23

       Over now-3:36                             Looks like love-4:18                           Prisoner-3:12

            Lost-4:05                                   The Heat-3:52                        Won’t turn back-3:09

  I won’t look back-3:07                 Nothing left to lose-4:23             Girl named Tennessee-2:55

                                                            Moving On-3:09                      Something Beautiful-3:39

                                                   Washed by the water-3:29                       Garden-3:39

                                                       Second Chances-4:36                       Let us love-3:41

 

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Bem, como não achei sites em português que falassem sobre a banda eu tive que traduzir do site oficial da banda(www.needtobreathe.net), me desculpem se houver algum trecho sem sentido ou alguma palavra não traduzida.

6 de fev. de 2010

O Anti-Folk

O Folk foi um movimento musical iniciado no meio dos anos 60, combinando elementos da música folclórica norte-americana, com o Rock, que estava em grande expansão na época, devido aos Beatles. Com a companhia de vocais diferentes do comum, o som é caracterizado principalmente pela quase predominante falta de efeitos dos instrumentos, elétricos ou não. O repertório, inicialmente, tinha canções baseadas no folclore, porem com influências maiores de cantores como Bob Dylan, as músicas cada vez mais tiveram cunho políticos-sociais que é caracterizado atualmente.

Com alguns vocais duvidosos e letras que tendem mais para assuntos do cotidiano, o Anti-Folk se torna singular nesses quesitos.

 

Violões, guitarras, baterias e pianos, são os principais instrumentos usados, e por causa da quase inexistência de efeitos, tornam as músicas leves, interrompidas as vezes por uma talvez falha nas gravações.

É um gênero que pega a seriedade politica do Folk Rock, e modifica-o do jeito que quiser. E, por isso, mesmo parecendo, não é fácil identificar características musicais, pois elas variam de artista para outro, inclusive entre faixas de um mesmo álbum. Mas tendem para músicas “cruas” ou experimentais. Geralmente zombam da seriedade e pretensão impostas pela “elite” da música.

Anti-Folk é considerado “underground”, pois costumam ser gravações independentes e artistas possuem poucos fãs. Mas, mesmo assim, se destacaram na trilha sonora de Juno, e vêm se popularizando, artistas como Kimya Dawson, Adam Green, Regina Spektor e Jeffrey Lewis mostram essa crescente popularização.

 

21 de jan. de 2010

Bandas Incríveis: Jet

Cinco anos atrás, assistindo um programa de clipes (que não me recordo o nome) na Band ouvi uma música que um tempo mais tarde me tornaria fã de uma das melhores e mais originais bandas da atualidade.

Jet nasceu em Melbourne na Austrália, quando os irmãos Nic (Guitarra e Vocal) e Chris Cester (Bateria e Vocal) resolveram montar uma banda junto com Cameron Muncey (Guitarra e Vocal) e Mark Wilson (Baixo e Vocal). O nome Jet saiu da também intitulada música do ex-Beatle Paul McCartney.

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A banda ganhou expressão no cenário musical em 2002, quando lançaram seu EP independente “Dirty Sweet”, inicialmente com 1000 cópias na Austrália e logo depois mais mil cópias para o Reino Unido, todas disponíveis apenas em vinil. Em 2003 a banda foi para os EUA para começar a gravação do seu primeiro álbum e foram convidados para abrir a turnê dos gigantes Rolling Stones, que fez com que a banda tivesse uma explosiva repercusão no cenário musical.
Alguns meses depois, Get Born, o primeiro e mais aclamado álbum da banda foi lançado, recebendo ótimas críticas e fazendo uma grande referência ao rock classico e deixando muito claro suas influências, como AC/DC, The Beatles e os próprios Rolling Stones. Esse álbum contou com a participação de Billy Preston nos telcados (o mesmo Billy que gravou com os Beatles, Eric Clapton e com os Rolling Stones). O primeiro single do álbum foi “Are You Gonna Be My Girl?” uma das mais – se não a mais – conhecida música da banda (e foi justamente essa que eu vi lá em 2004 na band). Get Born contou também com as conhecidas “Rollover D.J” e a baladinha “Look What You’ve Done”. Esse foi com certeza o álbum mais “cru” com as marcantes vozes rasgadas e alguns gritos do Nic e com poucos efeitos nas guitarras, a mídia costumava se referir ao Jet como um misto entre White Stripes e AC/DC. Por fim, o primeiro álbum da banda lhes rendeu seis prêmios, entre ele o de melhor single e melhor álbum do ano.

Três anos depois do lançamento do primeiro álbum, Jet vai ao estúdio novamente preparar seu novo álbum, chamado “Shine On”. Esse álbum foi marcado pela perda do pai dos irmãos Cester, o que foi motivo de inspiração para algumas faixas do álbum. “Para mim, o Shine On é profundamente pessoal e intenso no processo de escrita e gravação e explica as mudanças que estão ocorrendo ao nosso redor”, diz Nic “provavelmente não é o que a maioria de nossos fãs espera”, completa. E não foi mesmo, muitos fã reclamaram do Shine On, dizendo que ele não é tão Jet quanto o primeiro, porém, é um grandioso álbum, muito mais trabalhado e com canções mais melosas que o Get Born, por conta da perda do pai de Nic e Chris. Os singles ficaram por conta das faixas “Put Your Money Where Your Mouth Is”, “Shine On” e “Rip It Up” e “Kings Horses”.

Jet

E novamente três anos mais tarde, totalmente energizados e trazendo de volta o que ficou para trás com o Get Born, Jet lança seu mais novo álbum, intitulado “Shaka Rock”, para levar os fãs ao delírio. A primeira “ouvida” esse cd pode soar estranho, mas após algum tempo você percebe que é (deixando o favoritismo de lado) mais esplêndido trabalho da banda, não é cru como Get Born, nem tem os mesmos gritos do Nic, mas é totalmente trabalhado, a guitarra leva efeitos muito bem bolados por Cam e os solos muito mais originais. “Nós queríamos ver o quão longe poderíamos ir e o quão diferente poderíamos soar e ainda continuar com o estilo Jet”, explica Muncey.

Esse é um álbum completamente “Jet”, com 11 de 12 músicas totalmente agitadas bem no estilo que fez a banda estourar. O primeiro single do Shara Rock foi “K.I.A (Killed In Action)”, que teve um clipe bastante criativo e fazendo alusão a um filme trash, e logo depois o segundo single foi “She’s a Genius” com outro clipe igualmente criativo e tão estranho quanto.

Enfim, Jet é uma banda que definitivamente faz um som de ótima qualidade lembrando muito ao velho rock and roll que atualmente está esquecido em meio à bandinhas que se vestem como árvores de natal, cantam qualquer coisa e acham que são bons. Fica aqui minha dica: comprem os cd’s, ouçam e se deliciem, é uma banda quase obrigatória pra quem curte rock de qualidade e está procurando algo bem atual.

Álbuns:

Get Born (2003)

get-born

"Last Chance" - 1:52
"Are You Gonna Be My Girl?" - 3:33
"Rollover DJ" - 3:16
"Look What You've Done" - 3:50
"Get What You Need" - 4:07
"Move On" - 4:20
"Radio Song" - 4:32
"Get Me Outta Here" - 2:56
"Cold Hard Bitch" - 4:03
"Come Around Again" - 4:30
"Take It Or Leave It" - 2:22
"Lazy Gun" - 4:42
"Timothy" - 4:30
"Sgt. Major [Bônus Track]" - 4:05

Shine On (2006)

jet-shine-on

"L'esprit D'escalier" - 0:23
"Holiday" - 3:25
"Put Your Money Where Your Mouth Is" - 2:37
"Bring It On Back" - 4:09
"That's All Lies" - 2:43
"Kings Horses" - 3:19
"Shine On" - 4:36
"Come On Come On" - 4:24
"Stand Up" - 4:33
"Rip It Up" - 3:19
"Skin And Bones" - 3:17
"Shiny Magazine" - 3:28
"Eleanor" - 3:34
"All You Have To Do" - 4:39

Shaka Rock (2009)

jet-shaka-rock

K.I.A (Killed in Action)” – 3:28
“Beat on Repeat” – 2:20
She's a Genius” – 2:58
“Black Hearts (On Fire)” – 3:13
“Seventeen” – 3:41
“La Di Da” – 2:53
“Goodbye Hollywood” – 4:12
“Walk” – 3:07
“Times Like This” – 3:19
“Let Me Out” – 3:11
“Start the Show” – 3:58
“She Holds a Grudge” – 4:17
“Don't Break Me Down” (Bonus Track) – 3:35
“Everything Will Be Alright” (Bonus Track) – 2:55
“One Hipster One Bullit” (Bonus Track) - ?

5 de jan. de 2010

(500) Dias com ela - Trilha Sonora

“(500) Dias com ela” foi um filme que surpreendeu, com certeza. Considerado por mim e por muitos como o melhor filme do gênero em 2009, não ficou devendo em nenhum quesito a grandes clássicos de comédias-românticas. O estreante Marc Webb soube montar uma história não-linear de um modo diferente dos demais, assim tornando o filme singular.
Outra surpresa é a trilha sonora, com músicas que atendem às necessidades dentro do filme, combinam com os personagens e suas variações de humor durante a trama. "(500) Dias com ela " teve o álbum de sua trilha sonora lançando dia 14 de julho (2009) e chegou à 71ª posição no Billboard 200.

Sobre as Músicas:
Logo na primeira faixa, você se assusta e se diverte ouvindo o narrador repetindo o que ele falou durante a introdução do filme, se tornando assim também a introdução do disco. Contando com músicas desde o Rock Alternativo do “The Smiths” até o Hard Rock de “Wolfmother”, e no meio disso tudo uma voz calma e um violão da francesa Carla Bruni, o CD não se torna cansativo e consegue agradar a todos.
Regina Spektor e “The Smiths” possuem cada um duas músicas no álbum, esse último com uma de suas músicas (“Please, Please, Please, Let Me Get What I Want”) sendo cantada numa das cenas do filme.
Muitas músicas no estilo Pop Rock e Alternativo, como “Bad Kids” do Black Lips e “You Make My Dreams” da dupla Hall & Oates.
Uma música que merece destaque é “She’s Got You High”, da banda inglesa Mumm-Ra, baladinha típica de filmes desse gênero e que se encaixou perfeitamente nessa trilha sonora.



O álbum termina com dois covers, um de “Please, Please, Please, Let Me Get What I Want” feita por She & Him e “Here Comes Your Man” do “Pixies” feita por “Meaghan Smith”, que ficou num ritmo legal e bem diferente da original.

1. "A Story of Boy Meets Girl" - Mychael Danna and Rob Simonsen
2. "Us" - Regina Spektor
3. "There Is A Light That Never Goes Out" - The Smiths
4. "Bad Kids" - Black Lips
5. "Please, Please, Please Let Me Get What I Want" - The Smiths
6. "There Goes The Fear" - Doves
7. "You Make My Dreams" - Hall & Oates
8. "Sweet Disposition" - The Temper Trap
9. "Quelqu’un M’a Dit" - Carla Bruni
10. "Mushaboom" - Feist
11. "Hero" - Regina Spektor
12. "Bookends" - Simon & Garfunkel
13. "Vagabond" - Wolfmother
14. "She’s Got You High" - Mumm-Ra
15. "Here Comes Your Man" - Meaghan Smith
16. "Please, Please, Please Let Me Get What I Want" - She & Him

Nome: (500) Days of Summer – Soundtrack
Ano: 2009
Artista: Vários
Gênero: Trilha Sonora
Faixas: 16
Duração: 52