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27 de mar. de 2011

Cem vezes Rogério Ceni!

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Desde que me entendo por gente Rogério Ceni é goleiro do São Paulo. Literalmente. Em 1990, ano de meu nascimento, ele assinou seu primeiro contrato com o tricolor paulista. Desde que acompanho futebol, é ele quem defende a meta são paulina e, além disso, cobra faltas pelo maior do mundo.

Como é natural, está presente em todas as minhas memórias sobre futebol, boas e ruins. Começando por títulos paulistas de 98 e 2000, a derrota na Copa do Brasil nesse mesmo ano – a primeira oportunidade que tive de ver meu time disputando algo de âmbito nacional, e a única vez que chorei por futebol –, até títulos de Brasileiros, Libertadores e Mundial.

É um ídolo, um ícone, e um torcedor. Carrega o apoio de outros 15 milhões de torcedores que vibram com defesas antológicas como a falta de Gerrard, que se preocupam com lesões, que tem vontade de chorar junto com ele frente a eliminação de 2010. Compartilham suas alegrias e frustrações como mais um dessa nação.

Eu, como mais um torcedor, acompanho sua vitoriosa trajetória - obviamente com seus altos e baixos –, vendo-o levantar taças, bater recordes, virar o maior goleiro artilheiro da história. 1, 63, 99 gols. Ainda sim, nesse domingo 27 de março de 2011, meus olhos demoraram a acreditar no que viram.

Por semanas e semanas, pensei na possibilidade do centésimo sair contra o Corinthians e quebrar o tabu, mas, do alto de meu pessimismo, não acreditava, apenas torcia. Até o momento que Fernandinho sofreu a falta na entrada da área. Não a distância que ele usualmente costuma marcar, mas ainda sim uma boa posição. Fiquei quieto, perplexo, apenas repetindo baixinho algo que já disse muito nessa vida minha: “Vamo capitão, vamo Rogério!”. Tinha medo de atrapalhar a chegada do gol 100, vai entender. E foi incrédulo que eu o vi chegar. Demorei pra assimilar. Uma cobrança de falta perfeita, como sempre foi a marca de sua carreira. Algo que goleiro nenhum no mundo jamais fez. E eu, mais uma vez, vibrei junto com ele. 

 

Momento épico em Barueri

 

Muitos podem achar esquisito uma torcida inteira comemorar o gol de um jogador como um título. Mas não se trata de comemorar o gol de um cara qualquer. Se trata de comemorar uma vitória pessoal de um torcedor igual a todos nós, um igual. A nação são paulina vibrou. O RC foi “apenas” mais um dessa massa que vibrou ao ver o ponto máximo da trajetória de alguém que a mais de 20 anos defende e se identifica com essas 3 cores. Que tem como objetivo de vida fazer o melhor que pode por um amor em comum.

Quem não sentiu o mesmo que ele por duas décadas, não seria hoje que sentiria. A esses, só resta lamentar, por não saberem o quão incrível é.

Gol número 100 do M1TO, eu vi! Obrigado por tudo Capitão! Vida longa ao rei!

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- Ressurgindo do Limbo

Siga-me no twitter. Eu sou legal. Sério.

16 de out. de 2010

James Morrison

“Não existe nada mais deprimente que um rótulo poprock tudojunto pra (des) classificar um artista. Sinceramente, é o típico J. Quest lifestyle (com o perdão de citar os caras. Eu gosto deles). Mas são simplesmente aquelas pessoas que não se contentam nem com o pop, e tão pouco me parecem duronas ou competentes o suficiente para fazerem um bom rock.
Como toda história tem suas exceções, aqui vai uma destas de dar orgulho de comentar.
James Morrison, cantor britânico e, coincidentemente, de mesmo nome de Jim Morrison – sim, ele mesmo, o vocalista do The Doors, que tem como nome de batismo James Douglas Morrison – é o que podemos classificar como um cantor que sabe honrar o nome do poprock atual.”

Foi de uma simples música no fim do filmes “She’s out of my league” que eu conheci um dos melhores cantores da atualidade que se encaixa no meu estilo de música. James Morrison. 2 Cds sem nenhuma música ruim. Uma voz incomparável e letras bem elaboradas.

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Morrison começou a tocar guitarra aos 12 anos quando seu tio Joe lhe mostrou como tocar riffs de blues. Após alguns anos fazendo cover, ele finalmente começou a compor suas próprias músicas. Ele atribui o seu distintivo de uma voz grave, à uma crise convulsiva de tosse que quase o matou quando ele era um bebê.

Morrison disse que a primeira vez que ouviu a voz de Stevie Wonder ele quase chorou, e desde então foi fascinado pela forma como ele utiliza a sua voz.

Ele alcançou o sucesso mundial com estreia do single "You Give Me Something", que alcançou nº2 na Holanda e nº5 no no Reino Unido. Lançou o seu álbum de estreia Undiscovered em 31 de Julho de 2006. O álbum recebeu boas críticas, com o The Sun, afirmando "Não existe uma faixa ruim nele".

O segundo single do álbum foi "Wonderful World", que invadiu o top dez no Reino Unido, chegando a nº8. Este foi seu segundo single top dez na sequência do sucesso do "You Give me Something". Em 18 de Dezembro de 2006, o terceiro single de James Morrison "The Pieces Don't Fit Anymore" foi lançado. E chegou em nº 30 no Reino Unido. O quarto single do álbum Undiscovered foi a canção "Undiscovered" que foi lançado no dia 13 de março de 2007. "Undiscovered" chegou em nº 63.

Morrison foi programado para tocar no V Festival 2006, em uma das mais pequenas tendas ali. A audiência no entanto, foi muito maior do que o esperado e não pode caber na tenda atribuída para ele. Como resultado, ele tinha um conjunto de dez minutos sobre o palco principal antes de Hard-Fi entrou em (Weston Park). No V Festival 2007 ele desempenhou o seu conjunto completo sobre o palco principal.

Na sequência da libertação de undiscovered, Morrison fez sua primeira aparição na televisão nacional nos Estados Unidos, no Jimmy Kimmel Live show, além de aparecer na NBC's Today Show, em 16 de Março de 2007, realizando "You Give Me Something", só com guitarra e piano. O álbum estreou em 24º nos E.U.A. com 24.000 cópias em sua primeira semana.

Em 2007, Morrison foi nomeado para 3 BRIT Awards e ganhou o Melhor Artista Solo Britânico Masculino. Em 4 de Abril de 2007 foi premiado com o título de um AOL Breaker artista, um concurso que foi votado pelo público britânico.

Em 29 de Setembro de 2008, Morrison, lança seu segundo álbum intitulado Songs for You, Truths for Me. O álbum apresenta um dueto com a cantora Nelly Furtado, intitulado "Broken Strings”. De Outubro de 2008 até o final do ano Morrison tem excursionado por toda a Europa. O álbum teve bom desempenho, estreou no TOP 3 do Reino Unido e ficou cinco semanas no TOP 10. Ao falar sobre o álbum, Morrison disse que tinha a música "Moved On" desde o primeiro álbum, mas que não a tal ponto que os fãs de seu álbum anterior não seria capaz de "pegar".

"You Make It Real" gastou um total de oito semanas na tabela. "You Make It Real" ficou ainda mais conhecida depois de ser tocada na série americana Brothers and Sisters no primeiro episodio da 5 temporada. O segundo single do álbum foi "Broken Strings", com a colaboração da Nelly Furtado. O single foi lançado no dia 15 de Dezembro de 2008. Ele entrou no singles charts, no número 73 e lentamente subiu para quatro semanas antes, invadir o top dez, no número 6.

Morrison tem músicas que te fisgam desde a primeira vez que se ouve, como Undiscovered( que foi a primeira que eu ouvi). Mas as que eu gosto são nos estilos de Love is Hard, Call the Police.

13 de out. de 2010

A falta de respeito dos Hermanos

Los-Hermanos cópia

Como já disse aqui neste dificílimo post, minha banda preferida é Los Hermanos, porém anteontem assistindo CQC vi Marcelo Camelo dando uma entrevista e me veio um pensamento, e algumas conclusões.

Na entrevista Marcelo Camelo, que "lidera" a banda, junto com o Amarante, é perguntado pelo Rafael Cortez porque que a banda não volta de uma vez, ao invés de fazer poucos shows por ano. Haja vista que a banda possuí uma quantidade de fãs grande e fiel, como demonstrado nas exibições esporádicas do grupo..

Realmente a pergunta é contundente, a afirmação verdadeira e todos que gostam querem que eles voltem a fazer show e ouvir um álbum com novas composições, coisas que bandas fazem, sabe?

Logo quando a banda rompeu, lá para o meio de 2007, foi divulgado que a separação se deu porque eles queriam dar uma ênfase maior nos projetos pessoais. Considero justo, afinal, dois anos em uma turnê de um mesmo disco não deve ser fácil. E é sempre bom variar um pouco.

Mas convenhamos, três anos é de mais, não acha?

São 365x3 dias, mais 1, pois 2008 foi um ano Bissexto. Total: 1096 dias, arredondando. Isso é muito mais tempo que eles demoraram para fazer sucesso com Ana Júlia.

Marcelo Camelo já está indo para o segundo CD Solo, e nada de noticias da volta.

O Barba já mudou três vezes de banda.

O Amarante está segurando vela numa banda gringa.

E o Medina escrevendo para um blog da globo.com.

Enquanto, nós admiradores do conjunto, que já demonstramos apreço pelo trabalho dos caras, ganhamos alguns shows quando estão apertados com dívidas. Já que, apesar de serem bons, os trabalhos individuais não são o que os fãs querem. Preferimos muito mais ouvir aquele CD imaturo de 1999, cheio de nostalgias, a nos aventurar nas músicas de uma outra língua,  vozes , e rostos.

Nada mudará a curto prazo, é o que vejo das não-declarações dos integrantes. E me parece que agora resta apenas crer que o dia voltará a nascer.

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18 de set. de 2010

Poder da Mente.

Eu sempre acreditei que o cérebro é capaz de fazer coisas fantásticas, mas eu não sabia o quão longe ele podia chegar, e nem que ele seria de fácil manipulação.

O negócio é o seguinte, pra começar: Certo dia eu estava vendo um episódio de House M.D. em que ele começa a sentir dores muito fortes na perna e todos no hospital percebe, porém não acreditam que aquela dor é proveniente exatamente do problema que ele possui na perna e sim que seria uma dor psicológica, mas ele teima em afirmar que não é. Então ele vai à uma doutora e pede pra ela dar uma injeção nele que pararia com a dor. Ela assim o faz e ele logo para de sentir à dor. Algumas semanas depois a dor volta e ele retorna à doutora pra pedir outra injeção e diz que a outra fez efeito. Então a doutora revela que a injeção que ela deu nele da última vez era somente soro fisiológico, não era o remédio que ele tinha pedido. Então ele percebe que a dor era mesmo algo psicológico.

Quando eu assisti a isso, confesso que menosprezei que isso pudesse acontecer, porém ultimamente eu venho percebendo que algumas coisas que ocorrem no meu corpo (e não é a puberdade) são frutos desse mesmo ‘distúrbio’ cerebral.

Por exemplo, esse semestre meu horário na faculdade está torturador, eu sempre chego em casa depois das 20h. E acabo indo dormir lá pra 23h e coloco o celular pra despertar. Na minha cabeça fica passando um pensamento do tipo: “Eu tenho que dormir logo, eu tenho horário pra acordar, cada minuto que eu passo aqui sem dormir é menos tempo pra dormir e isso implica em cansaço amanhã pra estudar”. E esse tipo de coisa me deixa acordado o tempo todo e eu vou acabar indo dormir lá pra 2h da manhã.

Outra coisa, eu tenho rinite alérgica, aquilo de qualquer poeirinha faz você entrar em um dia totalmente perdido de espirros, cansaços nos olhos e no corpo. Isso faz com que seja bem comum eu começar uma crise de rinite sem saber que estive num lugar poeirento. Enfim, toda vez que eu acordo cedo pra ir pra faculdade eu fico pensando: “Nossa, imagina se meu nariz fica escorrendo o dia todo hoje, vou perder o dia todo. Não eu tenho que estudar. Não pode acontecer isso hoje”. Resultado, praticamente todo dia que eu acordo com esse tipo de pensamento é só eu chegar na faculdade e meu nariz começa a escorrer. Depois que eu comecei perceber que isso era de âmbito psicológico eu resolvi brincar com a minha mente. Pra resolver o problema da rinite, eu deixo um comprimido contra gripe, que costuma funcionar contra rinite, na mochila. Assim eu penso: “Não, eu não posso ter crises de rinite hoje. Bem, mas não tem problema se eu tiver uma crise eu tenho um comprimido ali na bolsa, eu tomo logo no início e passa”. Desse jeito eu simplesmente paro de pensar nisso e a crise não ataca.

A maioria das pessoas simplesmente não se preocupam com o que pode ou não acontecer biologicamente ao corpo delas e acabam deixando por acontecer mesmo. Infelizmente meu cérebro é acostumado a pensar nessas possibilidades e acaba, assim, fazendo essas coisas ruins acontecerem. Meu desafio agora é tentar controlar meu cérebro pra não pensar nisso em determinadas ocasiões ou até mesmo conseguir manipular ele pra que comece a acontecer coisas que eu gostaria que acontecesse ao invés das coisas ruins. Enfim, quando eu conseguir manipular meu cérebro aí sim eu vou poder dominar o mundo. *Risada maléfica.*

12 de set. de 2010

Tempo x Amigos

amigos

O tempo, é de longe a pior coisa que existe. Ele é Rei, comanda toda a nossa vida e se nós não o respeitarmos perdemos emprego, aulas, provas importantes e nos damos mal em várias outras coisas. E o fato é: quanto mais velho você fica, menos tempo você tem. E não, não estou falando do óbvio, que é o tempo de vida, mas das ocupações do dia-a-dia e das responsabilidades que aumentam.

Sempre soube disso, meus pais sempre me disseram que o tempo de vida boa acabaria logo e que em pouco tempo eu não poderia mais passar tardes jogando no meu computador, ou no campinho jogando uma pelada com a galerinha da rua.

Mesmo sabendo de todas essas coisas, eu nunca tinha me ligado que isso se daria também para os meus amigos, e que eles também não teriam muito de seu tempo disponível, principalmente os que passaram logo pra faculdade ou arrajaram algum emprego logo após o Ensino Médio.

O pior é perceber isso, porque até um tempo atrás era fácil sair e conseguir reunir todos para ir ao cinema, mas de uma hora pra outra, quando você está livre, alguns não estão e quando eles estão, você não está. E quando consegue chamar todos, no máximo três ou quatro vão.

Hoje, após perceber todos os males de envelhecer, retiro tudo o que disse antes sobre querer fazer logo os 18 anos, sair da escola, tentar entrar pra uma universidade ou começar a trabalhar, para poder ligar para os meus amigos e dizer: “Bora sair mais tarde, vai todo mundo!

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P.S.: Sim, estou vivo.
P.S.2: Não sei terminar textos.
P.S.3: Devo postar mais essa semana.

29 de ago. de 2010

Quando o amor vira obsessão

Que bosta

Não sou das pessoas mais experientes quando o assunto é relacionamento sério. Na realidade, faço parte de um seleto grupo conhecido como “Especialistas em terminar relacionamentos” – que deriva do latim Relacionamentus Falidus. Mas não é do meu azar inerente que trata o post.

Imagine a seguinte situação. Um “sujeito” - ou “sujeita”, é unissex - tem uma vida normal, sai com amigos, joga bola. Um certo dia, conhece uma menina interessante, e eles acabam xenhenhezando. O relacionamento dos dois ganha contornos mais sérios, e puff, o cara tá namorando. Até aí tudo bem, o problema vem depois.

Gradativamente, as atitudes do garoto mudam. Não marca mais nada com os amigos, e quando marca, ou quer determinar os horários em função dos “compromissos” com a namorada, ou desmarca em cima da hora pra sair com ela. Futebolzinho quarta (ou fim de semana)? Esquece. Aos poucos seu cotidiano se resume simplesmente ao namoro. Consequentemente, esses amigos, ao se verem em segundo plano, não o chamam mais para sair, por já saberem a possível resposta e/ou condições impostas. Até conversar com ele é chato, pois o assunto é sempre o mesmo. Quando não tá reclamando alguma atitude dela, conta o que ela fez, o que almoçou, quantas horas dormiu noite passada. Coisas que só ele tá interessado.

Acontece que o rapazinho em questão esqueceu uma coisa importante. Com raras exceções – que os mortais chamam de casamento –, relacionamentos não duram para sempre. A pessoa coloca o namoro no centro gravitacional da vida dela, e joga os amigos e todo o resto para segundo plano. Vive em função disso. Só procura outras pessoas e/ou coisas para fazer, quando a namorada não tá disponível. E quando acaba tenta retomar a “vida antiga”, procura novamente os amigos que até pouco tempo não “serviam”.

Porém, não se iluda, as coisas podem não estar como antes. A reação natural das pessoas, ao serem colocadas de lado, é “devolver na mesma moeda”. E não estou dizendo que seus amigos vão te ignorar e fingir que não existe. Mas provavelmente eles continuarão te tratando como na época que só queria saber de uma pessoa. Quando marcarem algo entre as pessoas mais próximas, talvez seu nome não seja incluído. Você perdeu a “prioridade” que tinha na vida deles, mas até o momento não tinha percebido, pois não ligava. Ação e reação.

Não estou afirmando que namorar faz mal, longe disso. Mas mantenha uma vida fora do relacionamento também, não jogue para escanteio quem te acompanhou até aí. Não viva em função disso. Vai fazer bem, não vai saturar a relação, e manterá as pessoas perto. Bros before hoes!

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PS1 - Se você gostou, comente aqui embaixo e se inscreva no feed ali em cima.

PS2 – Texto redigido por volta das 2 da matina.

PS3 – Rei do paint ®

Sigam-me os bons

12 de ago. de 2010

Estudar é divertido.

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Eu não consigo entender, às vezes, por que as pessoas acham que estudar é o mesmo que ser torturado, ainda mais quando se esta na universidade federal. Você se matou de estudar por um ano pra entrar aqui e agora simplesmente decide levar tudo nas coxas, fazendo de você um péssimo futuro profissional e ajudando a afundar cada vez mais o brasil. Queria entender como as pessoas não são curiosas pra aprender aquilo que elas escolheram pra vida delas (ou será que nem elas mesmas se importam com suas próprias vidas?). Sem comentar sobre cola quando se esta na universidade, é o cúmulo. Olha no livro quando tiver enfiando o bisturi em alguém e estiver matando-o! Pede ajuda quando um prédio estiver caindo! Vai lá champs! Bem, to na biblioteca central e escrevendo do celular. Espero fazer isso mais vezes: tirar uma foto aleatória e comentar sobre. (Lógico que depende de quanto eles vão cobrar pra postar isso do celular). 17:29-UFES.

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Isso foi meio Fail. Quando eu escrevi eu achava que o celular ia me dar a opção de escolher o meu blog pra postar mas não, ele criou um novo. o.O

Aê eu copiei de lá. Mas se não for ‘ao vivo’ assim, não tem graça né. .-.

7 de ago. de 2010

PC, PC meu, tem alguém mais sociável do que eu?

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Às vezes me pergunto até onde vai a tecnologia.

É difícil imaginar coisas mais inovadoras do que as que já possuímos ou as que temos em mente. Eu particularmente cresci junto com a popularização dos computadores. Quando eu era criança quem tinha um PC era tratado diferentemente do ‘resto’. Aula no ‘Laboratório de Informática’ era ovacionada por todo mundo. Ao entrar na sala parecíamos estar cruzando a fronteira final, o limite entre ser homem e criança, mesmo que fossem para usar programas ‘chulos’ ou brincar na ‘casa maluca’*.

Lembro que depois de comprarmos um PC usado usava ele pra tudo, passava tardes e tardes sentado defronte dele revirando as pastas com arquivos totalmente desconhecidos, jogando alguns jogos que pra mim era o o mais real possível (mal sabia eu que teríamos jogos com mais do que 256 cores). Esperávamos ansiosos pelo fim de semana pra podermos conectar na internet da IG, explorávamos um mundo totalmente desconhecido mas, mesmo sendo uma coisa inédita, já sentíamos a sua lerdeza.

Anyway, junto com meu início de adolescência os preços da internet banda larga se popularizaram mais e começou a era dos chats e dos ‘messengers’. Conhecer pessoas de lugares totalmente inimagináveis, que certamente nunca iremos em toda nossa vida era algo realmente excitante. Não ter que estar lá, olhar nos olhos das pessoas, mas mesmo assim desfrutar de uma boa conversa, essa era a proposta.

Desde então essa era ainda reina e, ao que parece, cada vez mais forte. Mais e mais pessoas aderem cada dia aos ‘relacionamentos’ virtuais (entenda como relacionamento não só os amorosos). A própria tecnologia parece ser desenvolvida para ajudar essa ‘nova’ tendência.

Com certeza, tudo isso contribui e muito em diversas áreas da cultura pessoal. Não vamos discutir os benefícios de toda essa globalização das relações.

Entretanto, eu temo em sentir falta daqueles tempos em que conversar com alguém era só pessoalmente ou por telefone. Por ter crescido acompanhando esse desenvolvimento das tecnologias de comunicação, sinto falta da época que não vivi, a época em que se você quisesse falar com seus amigos vocês marcavam e saíam em conjunto e conversavam ali com todos presentes. Ou mesmo quando quisesse falar com alguém em particular chamava-o pra sair, pra sua casa, ou pra qualquer outro lugar, ou mesmo usava o telefone. Não estou dizendo que essas coisas não acontecem ultimamente, porém não com a intensidade e com o sentido que era usado antigamente. Enfim, tenho saudade dessa época que não vai voltar mais e não tive a oportunidade de viver, uma época mais presencial.

21 de abr. de 2010

Cozinhar é um esporte radical

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Não sou do tipo que acredita em pré-destinação nem nada. Mas pra mim, é inegável que algumas pessoas nascem com uma habilidade natural para fazer certas coisas. O Pelé nasceu pra jogar futebol, o Tiger Woods nasceu pra jogar golfe, o Di (do Nx Zero) nasceu pra… levar limãozada na cara. Na contramão, tem as pessoas que NÃO nasceram pra executar determinadas tarefas. O Neto não nasceu pra ser comentarista de futebol, o Richarlysson não nasceu pra ser jogador de futebol.

E eu não nasci pra fazer serviços domésticos cozinhar. Não passo nem perto de ser machista, não sigo o tipo que acha que é exclusivamente serviço feminino. Mas definitivamente não é pra mim, devo ter algum bloqueio. Simplesmente não consigo fazer nada direito que não seja frito, até meu suco fica ruim. Some a isso uma descoordenação congênita, e uma elevada incapacidade para se concentrar, que você tem um problema. Para ser mais específico, acidentes.

Pois é, acidentes culinários sempre foram uma constante na minha vida. São incontáveis. Derramar água fervendo no pé, virar a panela de feijão em cima do fogão, derrubar óleo fervendo no pé e no fogão (o que forçou incentivou minha mãe a comprar um fogão novo, já que esse não parava de brotar óleo). Cortar o dedo (ou furar a palma da mão) então, nem se fala. Isso porque eu apenas frito as coisas.

Entretanto, por mais numerosas que fossem essas desventuras na cozinha, não envolviam fogo. Atente para o tempo do verbo, caro leitor.

O primeiro caso envolvendo pirotecnia aconteceu enquanto fritava ovo. Não sabe como que alguém fritando ovo consegue botar fogo em algo? Nem eu. Só sei que simplesmente subiu uma labareda de 1 metro e alguns centímetros, sem nenhum exagero, e a frigideira pegou fogo. Desliguei o fornecimento de gás para o fogão (vulgo apagar o fogo), e meu mini-incendio particular cessou.

No segundo caso, estava novamente fritando, mas dessa vez era nugget. A façanha, dessa vez, aconteceu num momento de desatenção. Meu braço esbarrou em um pano de prato, que caiu no fogo. Além do pano de prato, o fogo começou a atingir uma espécie de…… papel, que minha mãe coloca pra não sujar o fogão. Enfiei minha mão na bagunça, joguei o pano no chão, e bati com a vassoura. Parecia um operário quebrando pedra. No final das contas minha casa ficou cheia de fumaça, e a panela toda chamuscada.

Percebeu um certo processo evolutivo aí? Eu também. E isso me assusta.

Acho que vou comprar um extintor. Dias negros me aguardam.

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PS. 1 - Meu primeiro post voluntário, sem o Will ninguem buzinando, me cobrando. Espero continuar assim.

PS. 2 – É também o primeiro post que não é sobre futebol. Saíram algumas analogias, mas não dá pra controlar. É mais forte do que eu.

PS. 3 – Demorei mais pra fazer a imagem do que pra fazer o post, eu acho. E ainda tive que pedir ajuda. Habilidade zero com PS.

PS. 4 – Ficou uma bosta.

PS. 5- [insira xingamentos aqui] quem inventou essa história de imagem no post.

17 de abr. de 2010

Olá?


   Confesso que tenho medo de postar aqui. Não é para menos: se eu falar dos assuntos que realmente me interessam, vou apanhar até a morte. Creio que ninguém que leia o questão pontual - e alguém lê isso aqui? - queira saber sobre moda feminina para o inverno, como combinar saia de cintura alta com casaco ou qual o melhor tipo de curvex. Sendo sincera, não devem sequer saber o que é um curvex. Um absurdo, na minha humilde opinião, mas aceitável, sabendo que os garotos que escrevem nesse blog são um bando de nerds - com todo respeito, claro, visto que o nerd de hoje é o cara rico/cara lindo/bom marido de amanhã.

   Sendo sincera, de novo, eu só resolvi dar as caras por aqui depois que li o último post do William. Caramba, metade de abril e só dois posts? Estamos nos rendendo ao fracasso, e isso simplesmente não pode acontecer. Decidi, então, desligar a televisão e vir pra cá. Tá certo que isso não foi nenhum sacrifício - acreditem se quiser, eu estava assistindo "Vai Dar Namoro Com: Geisy Arruda". Viram como passar um sábado gripada e com febre alta pode ser divertido? E, sim, fui irônica nessa última frase, antes que alguém pense errado.

   Enfim, chega de escrever por aqui. Eu sei que sou quase uma artista se tratando de prolixidade - e meus professores de história também sabem, acredite - mas vou assistir Gossip Girl, afinal, alguém tem que carregar futilidade suficiente para compensar quatro garotos não estudiosos. Prometo que, se me deixarem, faço até uma resenha super legal sobre o seriado por aqui um dia desses. Se me deixarem.

Até mais, e foi um prazer. :)

PS: Curvex é um acessório feminino de maquiagem que eleva os cílios e deve ser usado depois do rímel. Só pra constar.
PS 2: O Dan Humphrey é meu personagem favorito em Gosip Girl. E ele é NERD. #randomfacts
PS 3 : Ignorem a imagem do cabeçalho. Foi o melhor que pude pensar que não envolvesse o logo de Gossip Girl ou maquiagens e mais maquiagens. Sério.

30 de mar. de 2010

Não Conquistar para Dividir

Aviso: Esse texto não foi escrito por nenhum membro desse blog. Somente foram feitas algumas adaptações a pedido do Escritor. Ele pediu para não ser identificado.

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Como todo bom texto, vou começar por “Olá”.

Hoje vou contar um pouco sobre o que aconteceu comigo e uma análise que fiz da sociedade através dessa experiência. Alguns de vocês devem achar estranho o assunto que vou abordar nesse tópico, muitos acharão bobagem, e outros vão olhar para um espelho.

Sábado, eu e mais alguns amigos resolvemos nos reunir com o principio básico: Beber. Sabe, aquela velha historia de “Se não tem motivos para beber, invente um”. Bom, foi quase exatamente isso. Uma coisa curiosa aconteceu neste dia.

No meio da festa particular, um dos nossos amigos nos prestigia com a presença de três belas moças. Deu uma animada legal.

Então como não podia beber, pois eu sou o responsável pelo preparo de bebidas, fiquei conversando com as meninas, como é de costume.

Não citei nomes, mas será preciso daqui em diante. Para as garotas, usarei nomes inspirados nos diminutivos de sites que eu visito constantemente: Maria, Ana e Paula. Pros cabras: João e José.

Agora sim, vamos à história de verdade. Nesta festinha havia uma ligação amorosa entre os protagonistas desta novela. José e Paula já tiveram um caso. E João é ex-namorado de Maria. Ana é prima de Maria. João terminou com Maria para tentar algo com Ana, justo nesta festa.

Porem Maria acabou percebendo essa situação. Magoada, desceu as escadas da casa aos prantos. E como sempre, ex-namoradas + primas + álcool não combinou.

E é nessa hora que o “Super-Babaca”, eu, entra nos fatos. Fui logo atrás de Maria seguido de Paula. Entramos em um dos quartos.

Maria, na falta de sua sagacidade, não entende bem o porquê de nós estarmos lá com ela, pois nós a conhecemos no dia da festa. Explicamos que era bom estar com ela, caso precisa-se. E neste conforto é lógico, como não poderia faltar, rolou uma besteira.

Veja bem, duas Mulheres + um Homem + um Quarto = Putaria (não Word, eu não quero escrever “portaria”).

Agora minha (des) aventura dá uma reviravolta. Maria, aquela mesmo que estava chorando há pouco, junto com Paula decidem brincar de ficar dando selinho, uma na outra. Era só uma brincadeira. Até me chamarem.

Sim amigos isto mesmo, meus sonhos estavam sendo realizados.

Falaram que sou um cara legal e sabe entender as mulheres. Fato que desconheço. Convidaram-me, e eu fui. Nada de mais, pois penso que um selinho triplo não tem graça alguma. A diversão toda é o que vem depois.

Mas no meio de tudo rolou uma promessa: “Quando eu terminar com meu namorado. Vou ficar com você, porque você que é um homem decente”. E eu inocentemente acreditei.

Vocês devem estar se perguntando “Mas porque Super-Babaca? Você deveria ser imortalizado em canções.”. Calma, como manda o script, eu, como personagem principal, não estou em casa a salvo. Sendo assim, que continue essa saga.

Após todo o choro-ro-rô e a brincadeirinha inocente, nós subimos para ficar próximo de todos. E lá sem entender nada João, e José começam a falar mal de Maria e Paula. Foram elogios delicados, do tipo: vadia e vagabunda. Teve também segredos espalhados, por exemplo, “Eu já comi essa menina 300 vezes”.

Emotivas, como todas garotas, as meninas ficam com raiva e resolvem descer novamente. E me arrastaram junto. Era o mesmo quartinho de meia hora atrás, e ao chegar lá, como num passe de mágica as duas meninas resolvem se beijar, mas desta vez um beijo de verdade mesmo. Nada de selinho.

É sempre bom lembrar que as duas estavam com um ódio mortal dos meninos alcoolizados, escadas a cima.

Eu acabo entrando na brincadeira. De novo.

Dessa vez, realizando uma parte do desejo universal, presente em garotos de 17 anos: beijar duas garotas ao mesmo tempo.

Foi divertido. Mas na iminência de algo mais carnal, vamos dizer assim, os homens canalhas resolvem aparecer para ver o que estava rolando. Entraram no quarto e destruíram com toda mágica.

Depararam-se com a cena, e declararam-se arrependidos do que fizeram. E como se não tivesse acontecido nada resolvem simplesmente entrar na brincadeira, fazendo de mim um mero coadjuvante. Cadê a consideração?

Nesta hora fui totalmente excluído. Fiquei puto.

Foi ai que a ficha caiu e eu me auto-intitulei de “Super-babaca”. Saí do quarto em que entrei somente para fazer papel de trouxa e ser usado por duas vagabundas. E os dois alcoólatras sem coração, que humilharam elas na frente de todos continuaram lá, no bem-bom.

O que aconteceu nesse quarto? Não faço idéia, mas imagino. E também não importa.

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Fui para casa muito nervoso com a situação, e com meus dois amigos. Desprezaram as meninas e me deram carta branca para fazer o que quisesse em relação a elas. E no fim, acabaram com a minha brincadeira, e todo pensamento idealista que ainda havia em mim.

Depois dessa experiência ruim, percebi que se você é forte e gostoso, as meninas preferem você. Não existe aquela história pra boi dormir de “Eu não vejo por fora, olho sempre por dentro, o caráter do cara”. Se um dia isso acontecer, vai ser por dentro da carteira, não o seu caráter.

E pessoas que você considera como amigas, podem te esfaquear, quando você menos espera. Só porque você é gente boa pensam que você não tem sentimentos e por isso acham podem te desprezar.

Isso de amizade e de “aparência não importa” é balela. Só existe em “Malhação” e em filmes. Eu aprendi da pior maneira possível. E se você ainda acredita nessas histórias da carochinha, espero que você se foda tanto ou pior que eu, pra aprender definitivamente o que se passa na realidade.

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- Vale a pena relembrar que eu não sou o autor do texto.

26 de mar. de 2010

Desculpa esfarrapada

COMBROBREA

Olá.

Sua vida é legal? Ou melhor, sua vida é interessante? Acontecem várias coisas incríveis com você?

Pois é, na minha (também) não.

Estou de férias desde início de dezembro e porra, não fiz N-A-D-A de interessante. Fui ao cinema algumas vezes, saí com os amigos pro ir ao bar jogar sinuca, passei alguns dias na casa de praia (e não foi legal, estou até hoje com duas cores de pele). Acho que o que me aconteceu de mais diferente(?) ou interessante nas férias foi rever uma amiga que já não via há algum tempo.

Sério, eu sou frustrado por isso. Meu pai tem um emprego deveras injusto. Ele nunca pode pegar férias quando eu estou de férias, logo a família não pode viajar. TODOS os meus amigos viajam e eu fico panguando em casa igual um retardado. Não viajo sozinho porque tenho uma mãe superprotetora e passar alguns dias ou semanas em outro estado seria algo catastrófico.

Resumindo: minha vida, ao menos nos últimos três meses e alguns dias não foi interessante. E isso é um saco. Estou até com vontade de estudar, o que não é muito normal.

Essa é a razão pela qual eu não fiz mais do que três posts no blog. Prometo – de dedos cruzados, é claro – que os posts irão aumentar a partir do mês que vem, por dois motivos: Primeiro e mais óbvio é porque voltarei à minha vidinha medíocre de estudante pré-vest depois do meu fracasso épico e também porque vou ser obrigado a fazer alguns textos, redação e panz. Então, provavelmente além dos textos nada haver como esse, terão tembém algumas redações minhas aqui. :D

Vocês, milhões de leitores terão que aguentar, né. Melhor do que eu sair do blog.

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- Não faço idéia do porque fiz esse texto.
- Acho que foi só pelo C-C-C-C-COMBO BREAKER!!
- Promessa feita.

27 de fev. de 2010

E sigo por aí viajante.

Aventuras são partes essenciais da vida. Ficam marcadas em nossas memórias. Louváveis ou não, sempre estão lá. Uma vez que você morreu de adrenalina, provocada pelo excesso de velocidade. Aquela morte de amor. Ou quando você atravessa 10 metros em baixo d’água. Tudo faz parte.

Tenho varias experiências desse tipo. Porém, sempre esperei algo parecido com os filmes. Sabe, aquela coisa de aparecer 13 anões e um Mago na sua porta e te chamar para buscar tesouros e matar Dragões? Nunca aconteceu. Nem mesmo resgatar princesas reféns em castelos.

Quando criança, vivi eternamente no fantástico mundo de Bobby. Buscava tais aventuras em imaginações. Criava monstros terríveis em lugares distantes. Viajava meio mundo. Matava o bicho com as artes marciais de Jack Chan e salvava o mundo, outra vez. As 20.000 léguas submarinas percorridas pelo capitão Nemo foi fichinha, percorridos em menos de um dia, pois estava atrasado para uma reunião com a Liga da Justiça. Voava com o Super-Homem. E quando não tinha sol: soltava teias pelas cidades. Já dei uma passadinha no olimpo, bati um papinho com Zeus. Falando nisso, quero mandar um salve pro Brother, e que seu raio nunca mais seja roubado. Fui nadando até o reino perdido de Atlantis. Três vezes.
Kame-Hame-Hás? Incontáveis. Acampamentos na Lua? Mais do que a NASA. E depois de um dia atarefado, sempre dormia no “solo” quentinho do Sol. Enfim, pintei meu nariz e fui feliz.

Lembranças insanas do que não aconteceu, e que nunca mais voltará.

Eu cresci. Sinto falta da inocência. Mas não a desejo de volta. Quero viver. Aqui e de preferencia, agora. Estou entrando numa fase da minha vida que tenho certeza que será totalmente diferente.

Percebo isso. E lembrando das vidas que salvei quando era o menino prodígio, vejo o quanto evolui. Espero que daqui à alguns anos eu leia esse texto e veja o quanto inexperiente e imaturo eu era. Mas por enquanto, sem planos. Vou curtir com meus amigos, aproveitar todos os verões, ouvir todas as músicas possíveis, rodar o mundo enquanto ele gira e me permite estar aqui. Fazer da vida a eterna aventura, tão desejada, e no fim dela, quem sabe eu escreva um novo livro vermelho do marco ocidental. Com direito a dragões, claro.

 

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- Tão pessoal e coletivo ao mesmo tempo, quase impossível. Espero. Pois acho que não sou um ET.

23 de fev. de 2010

Fracasso no vest-Ufes, pt.1

Esse era um post pra sair sexta, quando vi o resultado da segunda fase do vest-UFES 2010 –fase para qual não fui aprovado, por conta de uma ou duas questões – mas como a preguiça falou mais alto e fui passar uns dias na praia, não postei.


Tudo começou no fim de 2008, pedi as contas no estágio porque havia resolvido prestar vestibular no ano seguinte, juntamente com o terceiro ano. Faria o terceiro ano pela manhã o cursinho particular à tarde e passaria à noite estudando. Mas o maldito cursinho não abriu turma à tarde, então decidi deixar o vestibular pra lá. Quando penso que não, aparece um cursinho bom, à tarde para eu fazer. Mesmo não estando mais com aquela extrema vontade de prestar vestibular, decidi fazer pra ver como é e me acostumar com o ano seguinte.

Pimba! Alguns meses depois, mesmo não estudando nada tanto quanto deveria, com razoáveis resultados de simulados, me animei novamente em prestar vestibular e até estava confiante que conseguiria meu espaço ao sol, na disputadíssima única Universidade pública do Espírito Santo. Até então estava feliz, mas – sempre tem um “mas” - descobri que mesmo me ferrando a vida toda em colégios públicos e de qualidade totalmente duvidosa, não poderia participar das cotas para estudantes de escolas públicas, porque depois de 18 anos trabalhando para o estado meu pai foi promovido e passou a ganhar R$ 200,00 a mais do que o permitido para ser cotista.

É, a partir daí fiquei puto, porém continuei com a idéia de passar no vestibular, notas boas em simulados, melhores de que muitos outros do cursinho, diga-se de passagem. Aconteceram todas aquelas sacanagens acerca do vestibular e logo depois chegaram os dias prometidos. Fiz a primeira fase (Enem) e 2 meses depois a segunda, sem nem ao menos saber se tinha passado na primeira (organização melhor não há). Começam as férias, depois de dois meses de espera, sai o resultado da primeira fase. BOMBA, não tinha passado. Mais de 90% dos meus colegas de cursinho passaram, todos cotistas e muitos eram bem piores que eu nos simulados, alguns nem sequer estudavam um pouco. Pensei “ah, segunda fase ta aí pra barrar a maioria”.

Duas semanas depois surge o motivo desse post, o resultado da segunda fase saiu. Já sabia que não tinha passado, mas mesmo assim fui ver pra ver se meus amigos tinham passado e muitos deles passaram. E aqueles outros companheiros de cursinho com notas baixas que eu achava que seriam barrados? Pois é, passaram. Aí a casa caiu, fiquei desnorteado e instantaneamente me surgiu um sentimento de desaprovação com o sistema (desculpem, precisava usar essa palavra em algum lugar do texto). Sério, não sou contra cotas, mesmo. Sempre disse ser a favor, estou falando aqui de um sentimento que não é legal. Você teve notas melhores e não foi aprovado e pessoas tiveram metade da sua nota foram aprovadas.

Fico profundamente feliz pela maioria deles. Eles merecem isso, sei como é a vida de quem estuda em colégios públicos, ao menos os que não têm condições de pagar uma boa escola particular. Porém, ao mesmo tempo fico puto, porque eu poderia agora ser calouro de Arquitetura e Urbanismo, é, não fui culpa deles, nem minha – foi minha sim, poderia ter me esforçado mais - mas que se foda!

Infelizmente no Brasil é assim. Acham que com R$ 3.500,00 você consegue pagar colégios bons para dois filhos e depois pagar a faculdade dos dois, além de ter que comprar comida, roupas, pagar água, luz, telefone, plano de saúde eficiente, internet (alguém consegue viver sem internet hoje?), transporte para estudar e, depois disso, ainda pagar outros impostos que vem de ano em ano. Ah, esqueci do lazer, ninguém vive só pra trabalhar e estudar.
Se for somar tudo isso, acho que precisaria de muito mais que 3,5k (três mil e quinhentos, n00bs) pra sobreviver dignamente.

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Bem, sinceramente não sei que rumo tomou esse post, não estava achando um bom caminho pro fim do texto, então fica assim. Deveria ser um desabafo sobre o #epicfail que foi o meu primeiro vestibular, mas saiu mais politizado que deveria. Bem, tanto faz. Não espero que gostem, mesmo. ): Ano que vem, com o resultado do meu segundo vest tem a segunda parte! :D

22 de fev. de 2010

Que bom, a internet existe!

A internet serve pr’um monticoisa. Principalmente para evitar de eu parar de jogar Metal Gear Solid e ir para o outra cidade somente entregar um formulário.

Semana passada tive que fazer isso. E como sempre, fui com sangue nos olhos.

Peguei dois ônibus, um congestionamento, e suei muito. Aqui o verão parece o inferno. Cheguei no maldito escritório ou em algum estabelecimento que tem vários atendentes. Mas nem cheguei à essa parte de ser atendido. Fui barrado na porta por uma mulher, que quase no automático me perguntou “recadastramento?”. Apenas balancei a cabeça, afirmando. “Cópia do comprovante de residência e cópia da identidade”. Olhei para minha mão, desesperado. CADÊ?

Olhei para a moça, e saí. Com mais sangue no olhos, e uma pitada de ódio no coração.

Não fui direto para casa, pois tinha que pegar alguns papeis. Fiz tudo. Depois desse trabalho árduo e chato, cheguei em casa, morto. Porém, eu tinha que conferir algo primeiro. Peguei o papel, e atrás do formulário existe a lista dos procedimentos. Fui lendo. E NÃO encontrei nada escrito sobre cópias de documentos. –fuuuuuuuuuuuuu

Da próxima vez eu lembro de olhar na minha bola de cristal. Ou quem sabe, um dia inventar a internet.

20 de jan. de 2010

O cenário capixaba no futebol

De fato, o Brasil é uma grande escola do Futebol. Praticamente de todos os lugares imagináveis, e até dos inimagináveis, do país saem grandes jogadores. Há também grandes times espalhados pelas grandes capitais. Entretanto, isso faz com que o futebol capixaba fique às margens da periferia do esporte nacional.

Flamengo, Vasco, Fluminense etc, são alguns dos times mais lembrados no cenário nacional, porém quase todos se encontram acumulados num mesmo estado(estados esses que geralmente são os mais desenvolvidados da nação), fazendo com que muitos outros percam espaço no cenário do país. Esse, definitivamente, é o estado do futebol capixaba hoje. Nem os próprios capixabas se interessam pelos times, que se encontram abaixo da série D do brasileirão.

O Espírito Santo é sede de várias companhias multinacionais de respeito como a Vale, a Arcelor e futuramente a Petrobrás, sem contar também que somos o atual 5º maior PIB per capital do Brasil e seremos o 3º maior assim que começarem as extrações de petróleo no Pré-sal. Visto tudo isso é de se espantar que não haja sequer um patrocínio de peso nos times capixabas por parte de tão ‘endinheiradas’ empresas no estado e que o próprio governo do Estado não invista tanto nesse esporte a ponto de mudar a situação. O resultado disso tudo é simplesmente a situação precária de todo o setor futebolístico do estado: Estádios em péssimas condições, precário atendimento e poucos lugares (não que muita gente realmente vá ver esses jogos); jogadores totalmente fora de forma nos times e o principal, um futebol sem qualidade.

Entretanto, assim como na maioria dos estados da nação, o Espírito Santo é um grande celeiro de bons jogadores que, por não verem um futuro no futebol do estado, acabam por criarem o desejo de jogar nos grandes clubes e saírem do estado.

Tudo isso retira de nós capixabas a oportunidade e, principalmente, o desejo de contemplarmos grandes espetáculos da bola aqui em nossa casa, sobrando-nos apenas a escolha pelos times que se destacam no país (que são escolhas bem feitas, considerando que possuem um bom futebol).

Pense no privilégio que seria assistir a uma partida da final de um campeonato nacional ou de até mesmo uma partida da libertadores sem termos que mudar de estado para isso e o melhor, torcendo por um time de casa.Privilégio esse que não dispomos.

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Sinceramente não sei se um dia o futebol capixaba voltará a ser uma potêncial nacional, porém a esperança é a última que morre. Talvez agora com o maior destaque do estado no cenário nacional a coisa realmente melhore para o futebol. Eu acho que a chance disso acontecer é a mesma da de um milhonário resolver vir ao estado e comprar um time, assim como na Europa.

19 de jan. de 2010

Dão medo.

Recentemente descobri que tenho um puta medo do passado. É eu já não curtia muito o futuro, mas agora é o passado que anda me assustando.

O futuro, ao menos pra mim é algo menos preocupante, porque minha encrenca toda é a de fazer planos e não conseguir concretizá-los, principalmente quando isso envolve outra pessoa em um relacionamento, ou não. É fácil contornar isso, fazer alguns planos que só dependem de mim e da minha força de vontade ou fazer planos com outras pessoas pra um futuro bem próximo, algo como um cinema no próximo fim de semana, qualquer coisa, além disso, está fora de cogitação e tem grandes chances de falharem.

Já o passado é quase impossível de se contornar, só se você for algum tipo de estátua, fora isso, nem rola. E é isso que mete medo. Uma decisão feita há muito tempo influenciar em algo que naquela época não tinha nada a ver, alguém que reaparece e subitamente e te faz ter sensações até o momento, esquecidas. Isso é assustador, algo que você fez num indeterminado tempo atrás pode voltar a qualquer hora, e simplesmente virar o que tu conhece por certo, ou normal, de cabeça para baixo.

O tempo é realmente algo poderoso, pode não ser o melhor remédio pra esquecer-se das coisas, mas com certeza pode te causar grandes e inesperadas emoções, quando você menos espera ou está menos protegido contra elas.

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- Sim, é um texto emotivo e bem pessoal, confesso. Mas como estou numa seca criativa, resolvi postar, pois acho que algumas pessoas devem pensar o mesmo sobre isso.
- Estou com dois outros posts parcialmente prontos, preciso dar uma revisada aqui, lá e acolá e por mais algumas informações.