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12 de set. de 2010

Tempo x Amigos

amigos

O tempo, é de longe a pior coisa que existe. Ele é Rei, comanda toda a nossa vida e se nós não o respeitarmos perdemos emprego, aulas, provas importantes e nos damos mal em várias outras coisas. E o fato é: quanto mais velho você fica, menos tempo você tem. E não, não estou falando do óbvio, que é o tempo de vida, mas das ocupações do dia-a-dia e das responsabilidades que aumentam.

Sempre soube disso, meus pais sempre me disseram que o tempo de vida boa acabaria logo e que em pouco tempo eu não poderia mais passar tardes jogando no meu computador, ou no campinho jogando uma pelada com a galerinha da rua.

Mesmo sabendo de todas essas coisas, eu nunca tinha me ligado que isso se daria também para os meus amigos, e que eles também não teriam muito de seu tempo disponível, principalmente os que passaram logo pra faculdade ou arrajaram algum emprego logo após o Ensino Médio.

O pior é perceber isso, porque até um tempo atrás era fácil sair e conseguir reunir todos para ir ao cinema, mas de uma hora pra outra, quando você está livre, alguns não estão e quando eles estão, você não está. E quando consegue chamar todos, no máximo três ou quatro vão.

Hoje, após perceber todos os males de envelhecer, retiro tudo o que disse antes sobre querer fazer logo os 18 anos, sair da escola, tentar entrar pra uma universidade ou começar a trabalhar, para poder ligar para os meus amigos e dizer: “Bora sair mais tarde, vai todo mundo!

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P.S.: Sim, estou vivo.
P.S.2: Não sei terminar textos.
P.S.3: Devo postar mais essa semana.

29 de ago. de 2010

Quando o amor vira obsessão

Que bosta

Não sou das pessoas mais experientes quando o assunto é relacionamento sério. Na realidade, faço parte de um seleto grupo conhecido como “Especialistas em terminar relacionamentos” – que deriva do latim Relacionamentus Falidus. Mas não é do meu azar inerente que trata o post.

Imagine a seguinte situação. Um “sujeito” - ou “sujeita”, é unissex - tem uma vida normal, sai com amigos, joga bola. Um certo dia, conhece uma menina interessante, e eles acabam xenhenhezando. O relacionamento dos dois ganha contornos mais sérios, e puff, o cara tá namorando. Até aí tudo bem, o problema vem depois.

Gradativamente, as atitudes do garoto mudam. Não marca mais nada com os amigos, e quando marca, ou quer determinar os horários em função dos “compromissos” com a namorada, ou desmarca em cima da hora pra sair com ela. Futebolzinho quarta (ou fim de semana)? Esquece. Aos poucos seu cotidiano se resume simplesmente ao namoro. Consequentemente, esses amigos, ao se verem em segundo plano, não o chamam mais para sair, por já saberem a possível resposta e/ou condições impostas. Até conversar com ele é chato, pois o assunto é sempre o mesmo. Quando não tá reclamando alguma atitude dela, conta o que ela fez, o que almoçou, quantas horas dormiu noite passada. Coisas que só ele tá interessado.

Acontece que o rapazinho em questão esqueceu uma coisa importante. Com raras exceções – que os mortais chamam de casamento –, relacionamentos não duram para sempre. A pessoa coloca o namoro no centro gravitacional da vida dela, e joga os amigos e todo o resto para segundo plano. Vive em função disso. Só procura outras pessoas e/ou coisas para fazer, quando a namorada não tá disponível. E quando acaba tenta retomar a “vida antiga”, procura novamente os amigos que até pouco tempo não “serviam”.

Porém, não se iluda, as coisas podem não estar como antes. A reação natural das pessoas, ao serem colocadas de lado, é “devolver na mesma moeda”. E não estou dizendo que seus amigos vão te ignorar e fingir que não existe. Mas provavelmente eles continuarão te tratando como na época que só queria saber de uma pessoa. Quando marcarem algo entre as pessoas mais próximas, talvez seu nome não seja incluído. Você perdeu a “prioridade” que tinha na vida deles, mas até o momento não tinha percebido, pois não ligava. Ação e reação.

Não estou afirmando que namorar faz mal, longe disso. Mas mantenha uma vida fora do relacionamento também, não jogue para escanteio quem te acompanhou até aí. Não viva em função disso. Vai fazer bem, não vai saturar a relação, e manterá as pessoas perto. Bros before hoes!

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PS1 - Se você gostou, comente aqui embaixo e se inscreva no feed ali em cima.

PS2 – Texto redigido por volta das 2 da matina.

PS3 – Rei do paint ®

Sigam-me os bons

7 de ago. de 2010

PC, PC meu, tem alguém mais sociável do que eu?

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Às vezes me pergunto até onde vai a tecnologia.

É difícil imaginar coisas mais inovadoras do que as que já possuímos ou as que temos em mente. Eu particularmente cresci junto com a popularização dos computadores. Quando eu era criança quem tinha um PC era tratado diferentemente do ‘resto’. Aula no ‘Laboratório de Informática’ era ovacionada por todo mundo. Ao entrar na sala parecíamos estar cruzando a fronteira final, o limite entre ser homem e criança, mesmo que fossem para usar programas ‘chulos’ ou brincar na ‘casa maluca’*.

Lembro que depois de comprarmos um PC usado usava ele pra tudo, passava tardes e tardes sentado defronte dele revirando as pastas com arquivos totalmente desconhecidos, jogando alguns jogos que pra mim era o o mais real possível (mal sabia eu que teríamos jogos com mais do que 256 cores). Esperávamos ansiosos pelo fim de semana pra podermos conectar na internet da IG, explorávamos um mundo totalmente desconhecido mas, mesmo sendo uma coisa inédita, já sentíamos a sua lerdeza.

Anyway, junto com meu início de adolescência os preços da internet banda larga se popularizaram mais e começou a era dos chats e dos ‘messengers’. Conhecer pessoas de lugares totalmente inimagináveis, que certamente nunca iremos em toda nossa vida era algo realmente excitante. Não ter que estar lá, olhar nos olhos das pessoas, mas mesmo assim desfrutar de uma boa conversa, essa era a proposta.

Desde então essa era ainda reina e, ao que parece, cada vez mais forte. Mais e mais pessoas aderem cada dia aos ‘relacionamentos’ virtuais (entenda como relacionamento não só os amorosos). A própria tecnologia parece ser desenvolvida para ajudar essa ‘nova’ tendência.

Com certeza, tudo isso contribui e muito em diversas áreas da cultura pessoal. Não vamos discutir os benefícios de toda essa globalização das relações.

Entretanto, eu temo em sentir falta daqueles tempos em que conversar com alguém era só pessoalmente ou por telefone. Por ter crescido acompanhando esse desenvolvimento das tecnologias de comunicação, sinto falta da época que não vivi, a época em que se você quisesse falar com seus amigos vocês marcavam e saíam em conjunto e conversavam ali com todos presentes. Ou mesmo quando quisesse falar com alguém em particular chamava-o pra sair, pra sua casa, ou pra qualquer outro lugar, ou mesmo usava o telefone. Não estou dizendo que essas coisas não acontecem ultimamente, porém não com a intensidade e com o sentido que era usado antigamente. Enfim, tenho saudade dessa época que não vai voltar mais e não tive a oportunidade de viver, uma época mais presencial.

7 de abr. de 2010

Um outro Luis

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Trabalhador desde quando saiu da barriga da mãe. Nasceu já com uma enxada na mão. Quando pequeno, demonstrava uma habilidade peculiar de cuidar da terra, mas sua sorte não estava ali. Levaram-no para buscá-la em outras terras. No concreto, para ser mais exato.

Mais um filho do nordeste numa cidade grande.

Mesmo fora de seu campo de especialidade, Luis adaptou-se facilmente sua profissão à moda da cidade grande. Trabalho honesto e pesado. Mas que rende o suficiente para alguns privilégios, como uma carne no almoço ou um cinema com a família, em um ou outro final de semana.

Eram anos 70, chegando a oitenta, era inevitável o contato com a política. E não deu outra. Foi militante. Fez parte da derrubada da ditadura, e viu uma nova, prometida, era chegar.

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Os resultados dos embates ideológicos, às vezes militares, são vistos, principalmente hoje, neste domingo. Pois não é um domingo qualquer.

É dia de eleições presidenciais.

Luis considera escolher um candidato um dever importante. Pensa que esse deve ser levado a sério, e tem de ser um processo criterioso. Pois, se não, haverá conseqüências graves.

Com seu histórico, sabe do sacrifício que a democracia demandou. Por isso, sempre fez questão de votar.

Uma das características de Luis, mesmo sendo semi-analfabeto, é a inteligência e a critica.

Porém, ultimamente, pelo menos na última eleição, seus critérios eleitorais foram um tanto quanto comprados. Os ideais democráticos de outrora, agora estão esquecidos. Pois não vivemos na juventude de Luis. E, infelizmente, agora seus motivos para votar se baseiam apenas na renovação do contrato de quarenta e cinco reais mensais feitos com o governo há oito anos.

Quarenta e cinco reais esses, que modificam pouco a realidade de qualquer um, mas que acorrentam eleitores. Que preferem não arriscar a perder esse “beneficio”.

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- Tá meio que em “aberto”, pois realmente não sou bom em conclusões.

- O texto tá meio curto, também. Não é o meu tipo preferido de texto, mas é um assunto que me interesso muito, por isso vou tentar melhorar.

- Em ano eleitoral, tinha que ter um texto sobre politica. E provavelmente vai ter mais. Essa é a minha primeira votação.

2 de fev. de 2010

Matrix era uma... Caverna!

Matrix não apenas inovou nos efeitos especiais e cenas de ação muito bem elaborada, o filme possui uma filosofia muito forte, que pode ser aplicadas tanto em discussões sobre religião como debates sobre comportamentos. E uma das principais filosofias aplicadas ao longa é o Mito das Cavernas, de Platão.

O mito é bastante antigo e atual, tudo ao mesmo tempo. Em síntese é isso:

“Imaginemos um muro bem alto separando o mundo externo e uma caverna. Na caverna existe uma fresta por onde passa um feixe de luz exterior. No interior da caverna permanecem seres humanos, que nasceram e cresceram ali.

Ficam de costas para a entrada, acorrentados, sem poder locomover-se, forçados a olhar somente a parede do fundo da caverna, onde são projetadas sombras de outros homens que, além do muro, mantêm acesa uma fogueira.

Os prisioneiros julgam que essas sombras sejam a realidade.

Um dos prisioneiros decide abandonar essa condição e fabrica um instrumento com o qual quebra os grilhões. Aos poucos vai se movendo e avança na direção do muro e o escala, com dificuldade enfrenta os obstáculos que encontra e sai da caverna, descobrindo não apenas que as sombras eram feitas por homens como eles, e mais além todo o mundo e a natureza.”

Fonte

Você pode ler a alegoria inteira aqui.

 Neo, segundo Platão.


“Citações” a esse mito não faltam. Como logo na primeira frase do filme, escrito no computador “Acorde Neo”.

No fim das contas ele acaba tendo que escolher, entre “acordar” ou continuar na vida que ele toma como realidade. Neo escolhe a pílula vermelha e desperta para um mundo destruído, descobrindo que o que ele pensava o que era real, na verdade era comandada por um sistema de computador.

Fora da ficção, isso já é mais difícil de pensar, pois não existe nenhuma caverna ao qual você está amarrado ou programas de computadores fazendo o que bem entendem.

Existe apenas aquilo que você está acostumado a pensar, que aprendeu com seus pais, desde valores até opiniões. E o que é contrario a esses valores e opiniões. Junto dessa herança vem uma série de pensamentos morais e, geralmente, coletivos, comprovando assim sua veracidade como “verdade universal”.

Mas sempre existem dúvidas, e a partir dessas começam a surgir mais possíveis alternativas a que foi imposta a você. Tendo bases reais, fundamentadas do mesmo modo que a anterior. E assim se tornando outro modo de pensar, quase sempre indo de encontro com a anterior.

Seja em pensamento, ou em forma de agir você vai fazer sua e escolha, e vai defender com unhas e dentes sua opinião. Isso é completamente normal, porém há alguns cuidados a serem tomados, e que se ignorados acabam forjando pessoas insensatas e imutáveis, gerando assim um ignorante.

Ignorantes por falta de argumentos, ou falta de visão. Sendo que o primeiro pode ser falta do segundo, pois não há maneira de expor a fraqueza da idéia diferente da sua sem antes conhecê-la.

Por isso, sempre tente conhecer tudo, antes de criticar. Você se dando a oportunidade de conhecer outros pensamentos, vai acontecer de integrar valores dos lados defendidos e atacados, assim percebendo que nada é de todo mal. E assim terminar com um pensamento exclusivo.

Esses são os que se livram da corrente, são os que saem da Matrix, e que realmente têm idéia de como se deve ser, sem idealismo demais, ou exatidão exagerada, apenas uma opinião construída entre as mentiras das verdades universais.

14 de jan. de 2010

A fórmula do sucesso! ( Eu tenho, haha)

“Quer obter sucesso? Invente algo revolucionário.” É o que dizem na tv. Eu diria, “ seja criativo igual a todo mundo”, que também pode ser lido “ quer fazer história? Instale um governo militar de extrema direita, e tente dominar o mundo, pregando o ódio contra uma determinada etnia e/ou identidade cultural”.

Existe sim uma fórmula do sucesso, e a resposta está nele próprio. Um filme, por exemplo, nas maiores bilheterias você sabe o que vai acontecer no inicio, meio e fim, só não sabe como.

Clichês, por mais ridículos, funcionam, e muito bem. É como uma fórmula prontinha mesmo, o que você tem que fazer é apenas dar um toque pessoal.

O que as pessoas não entendem, é que se você não é um gênio, ninguém espera coisas geniais de você. Mas você pensa e tem a capacidade de transformar algo que foi inventado há muito tempo e transformá-lo em único, com aspectos pessoais, ou inovadores, porém, sem fugir do “lugar comum”. Um “mais do mesmo” do seu jeito.

Não pense que é só sair cometendo plágio descaradamente que você vai conseguir sucesso não. Isso é só a ponta do iceberg (É agora que a auto-ajuda faz o papel dela).

A força de vontade é algo imprescindível, pois a estrada é longa e cheia de buracos. Esses buracos, se não entenderam a metáfora, são as escolhas difíceis. A dificuldade está nas perdas que estas lhe causarão, e com um poder enorme, impulsionarão para baixo os que não tiverem vontade suficiente, selecionando, assim, os melhores. Porem, se você não acredita em poderes ocultos da força de vontade, pode optar por um bom marketing, ajuda que é uma beleza.

Para os que não entenderam o que o texto diz, ainda resta uma solução, mas é muito seletiva, temo que alguns não passem.
Você precisa ter uma bunda grande e bonita, que faça o sexo oposto ficar louco, e o individuo do mesmo sexo morrer de inveja.
A partir daí, é só mandar um vídeo para a Globo falando: “Oi, meu nome é xXx, eu tenho a bunda grande posso passar três meses numa casa cheia de acéfalos igual a mim?”
Se for verdade, você vai sim entrar na casa. E quando estiver lá, aproveite e faça tudo que der, pois o mundo é cruel e você só terá três meses do gostinho de sucesso.

PS’s ou OBS’s ou explicações:

1 – Eu sei que o texto esta horrível.

2 - Tem motivo.

3 – Eram seis horas da manhã quando eu escrevi.

27 de dez. de 2009

Filosofia de vida.

O futuro é o que vai acontecer. Pense nisto.

Palavras sábias do Profeta, tem mais no post seguinte.